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sábado, 16 de junho de 2012

O Europeu em FCP: Grupo B e hubris

Está a decorrer um europeu de futebol, a minha competição favorita. Ora, se as vitórias mais recentes do Porto têm mais a ver com sul-americanos, também houve muitas páginas da história do FCP com assinatura de europeus.

Hoje... olho para o grupo B e vejo-me obrigado a constatar que este plano de escolher um portista por cada nação é capaz de ter sido um bocado mal concebido. Senão, vejamos:

HOLANDA

Eu teria comprado uma camisola destas


Hmmm... o Wil Coort? Não queria ter já de começar a inventar com treinadores em vez de jogadores, e de qualquer maneira preferia adiar a conversa sobre o Jacobus... Er, parece que houve uma altura em que o Jan Venegoor of Hesselink esteve para vir para as Antas, o que daria a camisola com o nome mais comprido da história do clube. De resto... Não tenho nada. Sugestões?


ALEMANHA

Bolas, o Herman Stessl, primeiro treinador do PC, era... austríaco? Assim como o Marc "és grande mas se calhar não és grande coisa" Janko? Hmm, close enough? Sugestões?

DINAMARCA


Isto é um rosto tipicamente nórdico ou quê?


Ora, o Maniche tirou o nome do outro fulano que era avançado, e era dinamarquês, embora nem o escrevesse da mesma maneira, serve? Hmmm, não? Sugestões?

PORTUGAL



Ora, Portugal, Portugal... João Pinto. O verdadeiro, o único. Só de olhar para aquela cabeleira encaracolada, dá-me uma nostalgia dos anos 80 que até fico com vontade de chorar.

Mas tirando o João Pinto, não se me ocorre assim mais nenhum de Portugal... Sugestões?


Não, a sério, pessoas com mais cultura futebólica ou googlística que eu - alguém se lembra de holandeses, alemães ou dinamarqueses que tenham jogado no FCP? Não se oferecem alvíssaras, mas dá-se um grande bem haja nos comentários.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Quatro secos é curto

Quatro golos (bonitos golos, especialmente o do Álvaro Pereira - que remate fantástico!) não chegam. Ou melhor: claro que chegam porque o importante é ganhar e 4-0 é um luxo raro nos dias que correm. O que quero dizer é que a jogar assim, não há milagres e não vamos recuperar os pontos da distância que estupidamente deixámos criar.

Mais uma vez, oferecemos ao adversário mais de metade do jogo, jogando num sistema equivocado, com algumas peças equivocadas (menos mal: há correções em relação à primeira metade da época), e uma velocidade penosa. Mais uma vez, ficou claro que não há um plano para atacar, não há filosofia. A ideia da nossa equipa técnica é jogar uma espécie de Championship Manager de carne e osso: colam-se os números dos jogadores às suas posições num tabuleiro do balneário; e depois espera-se que, como eles são bons (embora menos bons que na época passada - porque será?), os golos lá apareçam, improvisados no momento. Ainda por cima agora até já há alguém para pensar o jogo dentro de campo (Lucho). Sendo assim, para que precisamos de fingir que temos um treinador no banco?

A menos que seja para nos privar de aproveitar os grandes jogadores que temos enquanto eles cá estão. Estou a pensar em James, claro. Mas também em Iturbe e Defour.

Nota final: gosto de Janko. É o meu estilo de jogador - não é um predestinado, mas sim um especialista. Ontem marcou um golo "fácil". Depois de ver jogar Kléber, acho que já todos sabemos que aqueles golos não são fáceis.